Consumo de combustível diminui no País durante a pandemia.

 

Em julho, foram 11 bilhões e 300 milhões de litros, queda de oito por cento, na comparação com o mesmo período do ano passado.

 

Os números são da Agência Nacional do Petróleo.

 

Eles ainda mostram que, em abril, primeiro mês cheio da crise do coronavírus e marcado pela adoção da quarentena em várias regiões do País, o consumo de combustível despencou.

 

Só que, de lá pra , aos poucos, ele tem aumentado.

 

Em junho, por exemplo, houve alta de 10 por cento, na comparação com junho.

 

Isso por conta da retomada, também aos poucos, da atividade econômica e pelo fato de que muita gente que trabalhou de casa, durante um tempo, voltou a ir pra firma.

 

Chama a atenção, principalmente, o consumo de óleo diesel.

 

Importante indicador da retomada econômica, uma vez que o aumento da produção e das vendas coloca mais caminhões nas estradas e nas ruas.

 

No caso específico do diesel, o consumo em julho foi pouca coisa maior que o do mesmo período do ano passado.

 

Por outro lado, o tombo nas vendas de etanol, de quase 20 por cento, ficou bem acima da média.

 

Isso porque, além da demanda menor, muito dono de carro flex preferiu abastecer com a gasolina, por entender que o preço era mais vantajoso.

 

Vale lembrar que com ela, que é mais cara, o veículo, por outro lado, tende a rodar cerca de 30 por cento mais.

 

Por isso, o dono de carro flex deve sempre fazer as contas, antes de abastecer, pra ver qual combustível vale mais a pena.