Banco Central pretende aumentar a eficácia e a competitividade do sistema financeiro nacional com o open banking.

A plataforma, que começou a funcionar esta semana, permite a troca de dados e informações de clientes de bancos entre todas as instituições financeiras e empresas.

Isso vai permitir, por exemplo, que uma fintech ofereça taxas menores ao identificar alguém que paga juros muito altos por um empréstimo.

Mas para que as informações sejam trocadas, será necessário que o consumidor tenha autorizado.

Uma das vantagens é que com a conexão entre as instituições, a pessoa poderá reunir todas as contas e investimentos que possui em um único aplicativo.

Em evento online que marcou o início da primeira fase, o presidente do Banco Central, Roberto de Campos Neto, disse que o open banking está para o sistema financeiro como a internet está para a sociedade.

O sistema será implantado em quatro fases e, por enquanto, ainda não é possível conectar os dados dos clientes.

Nesta primeira etapa, apenas algumas instituições financeiras conseguem trocar informações e elas vão permitir a comparação de tarifas de produtos e serviços.

A segunda etapa está prevista para começar em 15 de julho e deverá permitir a troca de dados de cadastros e transações, mediante autorização dos clientes.

As outras duas etapas estão marcadas para agosto e dezembro.