Custo da cesta básica aumenta na maior parte do País, no mês de janeiro.

 

A elevação do preço foi verificada em 13 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese.

 

As maiores altas ocorreram em Florianópolis, de cinco vírgula 82 por cento, em Belo Horizonte, de quatro vírgula 17 por cento, e em Vitória, de quatro vírgula zero cinco por cento.

 

A pesquisa mostra ainda que em quatro cidades do Nordeste a cesta básica teve diminuição no custo de um mês para o outro: em Natal, João Pessoa, Aracaju e Fortaleza.

 

Já a cidade de São Paulo aparece como o lugar com a cesta básica mais cara do Brasil.

 

O custo médio dos produtos na capital paulista é estimado em 654 reais e 15 centavos.

 

A alta é de três vírgula 59 por cento, na comparação com dezembro, de acordo com a pesquisa divulgada pela Agência Brasil.

 

Pelas contas do Dieese, com base no preço da cesta básica paulista, o salário-mínimo precisaria ser cinco vezes maior que os atuais mil e 100 reais.

 

A estimativa é que o valor ideal para o trabalhador pagar os gastos da família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer a previdência e de cinco mil 495 reais e 52 centavos. 

 

Só para se ter uma ideia, em onze capitais, a cesta básica custa mais que o salário-mínimo atual.