Ao menos 15 empresas – entre elas Vivo, Claro e Tim – estão dispostas a arrematar lotes de frequências no leilão do 5G, marcado para início de novembro.

Na lista divulgada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) são dois grupos de interesse: grandes operadoras, como as tradicionais de telefonia celular, que petendem disputar pacotes de 5G puros – acima de 3 GHz (gigahertz), para operar em velocidades elevadas.

E fundos de investimento – entre eles o Pátria, líder na América Latina -, empresas e provedores regionais de internet, que desejam frequências de 700 MHz (mega-hertz) para cobertura de grandes áreas com velocidade mais baixa.

Haverá disputa por cidades pequenas, principalmente no Nordeste, um benefício obtido com mudanças nas regras, que permitiram o início das operações 5G em municípios menores, por blocos regionais.

Para blocos nacionais, que abrigam municípios maiores e capitais, vale a regra de início da implantação a partir de cidades mais populosas.

As frequências que serão leiloadas correspondem a vias aéreas por onde as empresas trafegam seus dados.