Já começou, em todo o País, a segunda etapa da campanha nacional de vacinação contra a febre aftosa.

Cerca de 78 milhões de bovinos e bubalinos com até 2 anos de idade devem ser imunizados até o dia 30 de novembro.

De acordo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, 19 unidades da federação fazem a vacinação neste período.

Os estados do Acre, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina são reconhecidos como livres de febre aftosa sem vacinação, sendo proibida a aplicação e comercialização da vacina nessas regiões.

Já no Amazonas e no Mato Grosso participam apenas os municípios que ainda não têm reconhecimento de áreas livres de febre aftosa.

Para imunizar o rebanho, o criador deve comprar as vacinas em revendas autorizadas e mantê-las  entre 2°C e 8°C , desde a aquisição até o momento da utilização.

Devem ser usadas agulhas novas para aplicação da dose de 2 ml na tábua do pescoço de cada animal, preferindo as horas mais frescas do dia, para fazer a contenção adequada dos animais e a aplicação da vacina.

Além de vacinar o rebanho, o produtor deve também informar ao órgão de defesa sanitária animal de seu estado que realizou  imunização do rebanho.

A febre aftosa afeta bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos e suínos e traz prejuízos e restrições na comercialização de produtos pecuários.

A doença exige esforços constantes dos produtores rurais e das autoridades sanitárias.

Parte do país, como citado, já é reconhecida como livre da doença. A meta é que todo o território brasileiro seja considerado livre de febre aftosa sem vacinação até 2026.

Atualmente, cerca de 70 nações têm esse reconhecimento pela Organização Mundial da Saúde Animal.