A conta de luz das famílias de baixa renda incluídas na Tarifa Social de Energia Elétrica deve pegar um pouco menos no bolso em novembro.

A bandeira tarifária acionada neste 11º mês do ano para o grupo que conta com o benefício é que conta com o benefício é a amarela, que cobra R$ 1,87 a mais na conta para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Menos do que o cobrado no mês passado. Em outubro, vigorou a bandeira vermelha patamar 2, com cobrança de R$ 9,49 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Vale lembrar que, além da bandeira tarifaria mais branda, as famílias de baixa renda continuam tendo direito ao desconto nas tarifas, que varia de 10% a 65%, de acordo com a faixa de consumo.

O desconto é concedido nos primeiros 220 kWh consumidos no mês. 

Já os demais consumidores, os que não estão inclusos do programa de Tarifa Social, seguem pagando, em novembro, os custos mais altos da bandeira de escassez hídrica, que foi acionada em primeiro de setembro e seguirá em vigor até, pelo menos, abril de 2022. 

É a bandeira tarifária mais cara do sistema e custa, ao consumidor, R$ 14,20 a mais na conta de luz a cada 100 kWh consumidos.

Segundo a Aneel, essa bandeira visa a fortalecer o enfrentamento do período de escassez de recursos hídricos, o pior em 91 anos, que reduz a produção nas usinas hidrelétricas e aumenta o preço da energia.